Estadão – Depois das Fintechs, vêm aí as ESGtechs

“Startups que aliam tecnologia, serviços financeiros e práticas ESG estão surgindo no Brasil para ajudar clientes a colocar em prática projetos com propósito, sustentabilidade e rastreabilidade.” A Carbonext é citada na matéria como uma greentech que marcou presença na COP 26 e ainda temos as falas de nossos Co-CEOs sobre a ajuda da iniciativa privada no mercado de carbono.

 

Depois das Fintechs, vêm aí as ESGtechs

 

“Algumas abrem a possibilidade de crédito a grupos minorizados. Outras ajudam a preservar o meio ambiente por meio de soluções inovadoras. E há as que se dedicam a atestar a legitimidade dos compromissos com as iniciativas ambientais, sociais e de governança corporativa. As ESGtechs vêm crescendo no País e chamando atenção no movimentado ecossistema das fintechs, que, depois de se consolidarem como competidoras dos “bancões” no acesso a crédito, também passaram a oferecer serviços para ajudar pessoas e empresas a aplicarem práticas responsáveis, sustentáveis e de impacto social.

Em evidência nos debates da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 (COP-26), que ocorreu em Glasgow, na Escócia, entre 31 de outubro e 12 de novembro, o mercado de carbono ainda tem muito a evoluir. Uma caminhada que pode ser mais rápida com ajuda da iniciativa privada, como defendem Janaína Dallan, integrante da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança no Clima (UNFCCC) e cofundadora da Carbonext, ao lado de Luciano Corrêa da Fonseca. A fintech verde, ou greentech, como são chamadas, marcou presença na COP-26.”