The Wall Street Journal – Agricultores brasileiros que protegem a floresta Amazônica gostariam de ser pagos

“Na ordem do dia em Glasgow, alguns dizem que protegeriam as florestas nas suas terras se fossem compensados através de um programa de crédito de carbono.” A Carbonext é citada pelo seu trabalho de desenvolvimento de projetos de carbono nos estados do Pará e Amazonas. Por Paulo Trevisani e Juan Forero para o Wall Street Journal

 

Agricultores brasileiros que protegem a floresta Amazônica gostariam de ser pagos

 

“A empresa Carbonext Tecnologia em Soluções Ambientais Ltda, sediada em São Paulo, desenvolve projetos de carbono nos gigantes estados do Amazonas e do Pará. Utilizam imagens de satélite para mapear as áreas de projeto. O time técnico mede a circunferência de uma árvore enquanto estima sua altura para calcular a quantidade de carbono que o projeto contém, com cada árvore contendo até 7,5 toneladas de carbono.
 
Cada tonelada que não é emitida na atmosfera torna-se um crédito de carbono que a Carbonext vende à grandes e pequenos emissores em todo o mundo. A CEO Janaina Dallan disse que sua empresa possui negócios com proprietários de terras em que a Carbonext obtém 30% das receitas com a venda de créditos de carbono em troca do desenvolvimento e gestão de todo o processo, desde a realização do inventário de carbono até a venda dos créditos.”